Ninguém sabe ao certo como surgiu a vida e o Homem no planeta Terra, todavia existem duas teorias mais ou menos concorrentes entre si, que advogam ser a verdadeira. São elas a Teoria Criacionista e a Teoria Evolucionista. A Teoria Criacionista é uma teoria (ou crença religiosa) que explica a origem do universo, da Terra e de todos os seres vivos, incluindo o ser humano, como sendo o resultado da criação por uma entidade divina ou sobrenatural. Esta teoria opõe‑se à explicação científica evolucionista, conhecida como a Teoria Evolucionista de Charles Darwin. A Teoria Evolucionista foi escrita em 1859, no livro “A Origem das Espécies”, sendo o seu autor evidentemente Charles Darwin.
Não obstante a Teoria Evolucionista nos estar a ser empurrada “goela abaixo” pela comunidade cientifica desde o século XIX como sendo uma verdade absoluta, nem todos os cientistas e antropólogos admitem que a Teoria da Evolução esteja cem porcento correta, uma vez que, após terem sido feitas ao longo de muitos anos, imensas tentativas em ambiente de laboratório para produzir vida a partir dos aminoácidos primordiais, todas elas fracassaram. Além de que, biologicamente falando, somente se observou evoluções (mutações / transformações) em organismos simples como por exemplo: os vírus. Até à presente data não foi observada nenhuma “evolução” ou mais corretamente dizendo transformação — que fosse biologicamente viável — em organismos um pouquinho mais complexos como algas ou outros seres vivos com estrutura celular simples.
Alguns defensores da Teoria Criacionista procuram fundamentar as suas crenças não apenas em argumentos religiosos, mas também em supostas evidências científicas e filosóficas. Esta abordagem, é conhecida como “Criacionismo Científico” ou “Design Inteligente”, ela tenta conciliar a crença religiosa com aspetos da ciência moderna. Um desses cientistas é o antropólogo e professor universitário Stephen C. Meyer, que aborda o tema no seu livro “O Regresso à Hipótese de Deus”, publicado em Portugal pela editora Edições 70.
Todavia, Stephen Meyer não é propriamente dito um crente em Deus ou numa entidade espiritual, é apenas um crente que a vida na Terra teve um “designer”, isto é, há grandes probabilidades de ter havido a mão de uma entidade inteligente criadora.
Entre vários outros defensores da Teoria Criacionista estão os religiosos, como por exemplo os cristãos que alegam que o Deus da Bíblia é o verdadeiro e único criador do Universo, sendo o cristianismo a verdadeira religião pois guarda objetos que até aos dias de hoje a ciência não os consegue reproduzir, nomeadamente o Sudário de Turim, e alguns fenómenos de santos cujos corpos mantêm‑se incorruptos muitos anos após a sua morte.
Face a estes factos peculiares, a Teoria Criacionista não deveria ser totalmente descartada.
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