Nos princípios do século XIX, o jovem Charles Darwin foi convidado a embarcar no navio HMS Beagle como naturalista durante a famosa expedição que ocorreu entre 1831 e 1836. Darwin foi substituir o naturalista Robert FitzRoy.
O principal objetivo da expedição era fazer um levantamento cartográfico das costas da América do Sul, como uma continuação do trabalho de levantamentos anteriores, a fim de se produzirem mapas e gráficos para guerras navais, comércio. Os mapas altamente detalhados para a época incluíam desenhos da colinas da perspetiva do mar com as medidas das suas alturas.
Uns anos antes da expedição do navio HMS Beagle, um outro pesquisador, também naturalista, na altura com 35 anos de idade, chamado Alfred Russel Wallace, fazia o seu trabalho de pesquisa numa ilha remota, no arquipélago da Malásia.
Corria o ano de 1858, quando Alfred Wallace se encontrava doente e bastante debilitado com malária. Foi nessa altura que Wallace teve um “flash” e ocorreu‑lhe a ideia da sobrevivência do mais apto e da evolução natural das espécies com o decorrer do tempo.
Entretanto, Wallace, a pesar de doente, começou a escrever um artigo detalhado com os seus pensamentos e conclusões inspirados pelo seu “flash”. Então, Wallace queria enviar esse seu artigo para Inglaterra no primeiro navio que passasse pelo arquipélago, a fim de que fosse publicado.
Todavia, Wallace não queria enviar o seu artigo para uma qualquer publicação cientifica popular da época, mas sim, para o mais consagrado geólogo britânico da época, que era o Sir Charles Lyell, que tinha o poder de apresentar o seu artigo ao mundo.
Mas havia um problema! Wallace não conhecia Lyell e naquela ilha remota era‑lhe completamente impossível obter o endereço dele. Assim sendo, por esse motivo Wallace que já se tinha correspondido algumas vezes com Charles Darwin e com o seu avô Erasmus Darwin, ocorreu‑lhe a ideia de enviar o artigo para Darwin e pedir‑lhe para entregar a Lyell. Assim fez, e o artigo foi enviado no primeiro navio que por ali passou.
Porém, Wallace cometeu um tremendo erro. Na carta endereçada a Darwin, Wallace disse para este fazer o favor de ler o artigo e de o entregar a Lyell caso o julgasse merecedor. Ora, quando Darwin recebeu e leu o artigo de Wallace, ele já estava a trabalhar no seu livro “A Origem das Espécies”, e pensou: “Esta é a minha ideia!... Se eu entregar este artigo a Lyell, eu serei o segundo e não o primeiro a elaborar e apresentar a Teoria da Evolução”. Então, Darwin reteve o artigo de Wallace em seu poder e apressou‑se a terminar o seu livro que incluía a Teoria Evolucionista, apresentando‑o ao mundo no ano seguinte.
Ao analisarmos este enredo, podemos concluir com alguma certeza que a hipótese mais provável é que os dois naturalistas eventualmente tiveram a mesma ideia ao mesmo tempo, todavia, Darwin foi desonesto e trapaceou o seu colega. Porem independentemente disso e sem querer desprestigiar os trabalhos de Darwin e Wallace, na falta de provas cientificas inequívocas, podemos argumentar que a Teoria Evolucionista que nos é falaciosamente apresentada — e promovida por forças e interesses anti‑religião — como uma verdade absoluta, não passa de uma ideia escrita da fértil imaginação de Charles Darwin, e o livro “A Origem das Espécies” em última análise, não passa de um “romance” de ficção cientifica do século XIX.
Para finalizar, e para tudo ficar bem esclarecido, convém ter em mente que Charles Darwin nunca afirmou que a sua teoria era uma verdade absoluta. Quem afirmou isso foram outros académicos que odiavam a religião cristã. Darwin sempre disse que a Teoria Evolucionista era uma teoria e caberia aos estudiosos vindouros provarem de forma inequívoca se a teoria é falsa ou verdadeira. Facto que até aos dias de hoje se mantêm inconclusivo!
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